Almaden Blog

Compartilhe este artigo...

Como comunicar o valor do DEX e obter apoio em toda a empresa

Por muito tempo, falar sobre a Experiência Digital do Funcionário (DEX) dentro da empresa era quase sinônimo de “tornar o computador mais rápido” ou “reduzir o número de tickets de suporte”. Hoje, essa visão é limitada. A Experiência Digital do Funcionário é agora considerada uma alavanca direta para a produtividade, a retenção de talentos e os resultados comerciais — e não apenas uma questão operacional de TI. 

O desafio é que, mesmo com essa crescente relevância, muitas organizações ainda têm dificuldade em explicar claramente por que a DEX é importante e como justificar os investimentos nessa área. Em outras palavras, o departamento de TI identifica o problema, mas nem sempre consegue traduzir a linguagem técnica em resultados tangíveis para áreas como a diretoria financeira, RH, operações ou a liderança comercial. 

É exatamente aí que uma abordagem de comunicação estruturada faz a diferença. Quando a TI demonstra que o DEX não é apenas um projeto de ferramentas, mas uma forma mais estratégica de gerenciar o trabalho digital, a conversa passa para um nível mais elevado e começa a incluir receita, eficiência, engajamento e experiência do funcionário.

DEX

Alinhar o DEX às prioridades do negócio

Antes de falar sobre métricas, painéis de controle ou inteligência artificial, é essencial vincular o DEX às prioridades que já são fundamentais para a empresa: crescimento, eficiência, satisfação do cliente e retenção de talentos. 

Na prática, isso significa orientar o DEX em torno de questões que realmente importam para o conselho: 

  • Quanto tempo produtivo a empresa perde quando os funcionários enfrentam dificuldades diárias com a tecnologia? 
  • Quantas vendas, interações de atendimento ou entregas são afetadas por incidentes digitais que poderiam ser evitados? 
  • Qual é o custo de perder um funcionário talentoso devido a uma experiência digital frustrante? 

 

Ao incluir o DEX nesse tipo de discussão, a área de TI deixa de se limitar a falar apenas de tickets e SLAs e passa a abordar o EBITDA, a retenção de talentos e o desempenho de áreas estratégicas. 

Explique o que é DEX de forma simples

DEX

Em vez de começar com arquitetura e indicadores complexos, uma maneira mais eficaz de comunicar o DEX é defini-lo como a forma como as pessoas vivenciam a tecnologia que utilizam para trabalhar, desde o primeiro login até o último acesso do dia. 

É necessário avaliar e aprimorar continuamente a experiência dos funcionários com dispositivos, aplicativos e serviços digitais, tanto no escritório quanto nos modelos híbridos e de trabalho remoto. Quando essa experiência é insatisfatória, os impactos se refletem na produtividade, no engajamento, na retenção e até mesmo na experiência do cliente final. 

Explicar o DEX dessa forma ajuda outras áreas a compreender que não se trata de um “extras” tecnológico, mas de uma disciplina de gestão que conecta infraestrutura, aplicativos e pessoas. 

Destacar o problema da visibilidade

Um dos maiores desafios da área de TI não é apenas resolver incidentes, mas também ter uma visão clara do que realmente está acontecendo com o usuário final. Sem essa visibilidade, a área de TI age de forma reativa, respondendo aos sintomas quando o impacto na produtividade já se deu. 

Na comunicação interna, isso pode se traduzir em mensagens mais próximas da realidade empresarial, tais como: 

  • “Hoje em dia, só percebemos que toda uma equipe tem um problema de desempenho quando a produtividade já caiu.” 
  • “Sem dados confiáveis sobre a experiência digital, toda decisão tecnológica se torna uma questão de tentativa e erro.” 

 

Ao posicionar o DEX como a resposta a essa lacuna de visibilidade, a área de TI cria um senso de urgência fora do âmbito técnico e demonstra por que esse tema deve ser compartilhado com o restante da organização. 

Traduzir dados técnicos em impacto comercial

3 dicas para otimizar a experiência digital dos seus colaboradores e aumentar a produtividade

Uma das recomendações mais importantes é não se limitar apenas às métricas técnicas. Não basta dizer que a latência diminuiu ou que um indicador de experiência melhorou; é preciso explicar o que isso significa para as operações e para os resultados da empresa. 

Alguns exemplos de narrativas mais eficazes: 

  • “Ao estabilizar a experiência digital da equipe de atendimento ao cliente, reduzimos o tempo de espera dos clientes e evitamos perdas de receita nos horários de pico.” 
  • “Ao identificar gargalos nas ferramentas de vendas, aumentamos a produtividade comercial sem ampliar a estrutura da equipe.” 
  • “Ao melhorar a experiência digital em ambientes remotos, reduzimos a frustração diária dos funcionários e contribuímos para a retenção de talentos.” 

 

É essa tradução de métricas técnicas em impacto concreto que transforma o DEX em uma prioridade estratégica, e não apenas em uma questão operacional. 

Adapte a mensagem para cada público interno

Não existe uma mensagem de DEX única que sirva para toda a empresa. A mensagem precisa ser adaptada aos valores de cada área. 

  • Para o departamento financeiro: destaque os custos de suporte, a produtividade mensurável e a relação entre a experiência digital e a eficiência operacional. 
  • Para o RH: enfatize a relação entre experiência digital, engajamento, retenção e marca do empregador. 
  • Para as áreas de Operações e de negócios: o foco deve estar na redução de interrupções, no aumento da velocidade de entrega e na melhoria da qualidade do serviço prestado ao cliente final. 

 

Nesse contexto, o papel da TI é atuar como um tradutor, utilizando os dados do DEX para criar mensagens específicas que façam sentido para os objetivos de cada área. 

Mostre que a DEX é uma jornada contínua

DEX

A DEX deixou de ser apenas uma palavra da moda para se tornar um pilar permanente da estratégia de TI e de negócios. Isso significa que não se trata de uma iniciativa pontual, mas de um ciclo contínuo de medição, análise e aprimoramento da experiência digital. 

Ao comunicar isso internamente, vale a pena reforçar dois pontos: 

  • A DEX requer governança, indicadores e revisões constantes — assim como a segurança da informação ou a gestão de riscos. 
  • O papel da TI está evoluindo de uma área reativa para uma função mais estratégica, voltada para o desempenho, a produtividade e o apoio aos objetivos da empresa. 

 

Esse posicionamento ajuda a consolidar a DEX como uma disciplina de gestão e reforça a importância de investimentos consistentes em tecnologia, processos e experiência digital. 

Como a Almaden dá suporte nessa jornada

O Collective IQ® é uma plataforma que integra ITAM e DEX com inteligência artificial, transformando dados de ativos e de experiência em ações mais proativas para a área de TI. Essa abordagem ajuda as equipes a abandonarem um modelo reativo e a avançarem para uma operação com maior visibilidade, produtividade e capacidade de tomada de decisão. 

Para as organizações que desejam comunicar e comprovar o valor da DEX de forma mais consistente, Collective IQ uma base sólida para conectar a experiência digital, a eficiência operacional e os resultados comerciais.

 

Descubra como Almaden ajudar sua empresa a transformar o DEX em valor mensurável tanto para a área de TI quanto para os negócios. Agende uma demonstração do Collective IQ.

Talvez você também goste destes artigos

Sobre você: